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Astral da Coruja
janeiro/2026

Lua cheia em 3 de janeiro em Câncer eleva o clima emocional, principalmente ligado a trabalho, saúde e rotina coletiva. Há exageros, promessas grandes e decisões infladas. O povo quer respostas práticas enquanto o poder atua nos bastidores. A oposição entre razão institucional e necessidade real fica escancarada. Assuntos ligados a funcionalismo, serviços essenciais e sistemas de cuidado ganham protagonismo. A opinião pública reage. O humor social oscila rápido. Há cobrança por proteção, mas também desconfiança sobre intenções ocultas. Questões jurídicas e decisões de impacto coletivo entram em evidência, especialmente aquelas que mexem com regras, deveres e responsabilidades.
Plutão em Aquário em bom diálogo com Urano e Netuno indica mudança estrutural silenciosa. Reformas profundas começam fora do radar, mas com efeito duradouro. Tecnologia, comunicação e informação são usadas como ferramentas de poder. Nada é inocente. O discurso muda, mas o controle também. O conflito entre imagem pública e decisões de bastidor se intensifica.
Mercúrio em Capricórnio traz foco em economia, valores e dinheiro. Debate sobre custo, impostos, orçamento e responsabilidade financeira. O bolso vira pauta central. O discurso é de contenção, mas os movimentos revelam outra coisa.
A lua nova em 18 de janeiro em Capricórnio torna o jogo mais claro. Alianças, acordos e decisões oficiais. Assinaturas, pactos, julgamentos e posicionamentos públicos. Tudo ganha tom definitivo. Há confronto entre autoridade e expansão. O embate entre governo, instituições e sociedade se acirra. Saturno e Netuno em bom aspecto com Urano indicam mudanças legais, educacionais ou ideológicas. Narrativas são revistas. Algumas caem. Outras nascem mais pragmáticas. Grupos se reorganizam e novas lideranças surgem fora do eixo tradicional.
O Ingresso do Sol em Aquário traz mudança total de clima. O foco vai para território, identidade nacional, bases estruturais e senso de pertencimento. Discussões sobre soberania, lar, pátria e raízes ganham força. O coletivo se manifesta mais. Protestos, movimentos criativos e posicionamentos públicos aumentam. Há tensão entre autoridade e vontade popular. O poder tenta equilibrar controle e aceitação, mas a pressão vem de baixo.
Saturno e Netuno pedem responsabilidade com saúde pública e serviços. Urano mexe em recursos, finanças e estruturas profundas. O Meio do Céu em Câncer indica que decisões políticas precisam responder ao clamor emocional do povo. Quem ignora isso perde força.
Janeiro de 2026 não é mês de ilusão. É mês de ajuste de contas. Emoção coletiva alta, bastidores ativos, decisões jurídicas relevantes e disputa clara entre controle institucional e voz popular. Quem lê o jogo entende que o futuro começa a ser redesenhado aqui. Quem finge normalidade fica para trás.
Céu sério. Mensagem direta. A coruja está de olho.



E o Sol está em Capricórnio
O Sol ingressa em Capricórnio e muda o clima geral. Sai o discurso, entra a responsabilidade. É o céu pedindo maturidade sem pedir licença.
O mapa do ingresso é claro. Sol em Capricórnio na casa 10 ilumina temas de poder, autoridade, carreira, governo e exposição pública. Esse Sol rege a casa 12 e responde diretamente a Saturno em Peixes ali mesmo, no território do invisível, das bastidores, dos medos coletivos e das contas que ninguém quer pagar. Nada fica varrido para debaixo do tapete por muito tempo. A realidade cobra.
O Sol se une a Marte em Capricórnio na casa 10, força, ambição e estratégia em alta. É energia de execução, de comando, de decisão firme. Só que essa mesma luz faz quadratura com Saturno e Netuno em Peixes na casa 12. A tensão é entre fazer e dissolver, entre estruturar e escapar. De um lado a exigência de ordem, do outro a tentação da confusão, da vitimização e da fantasia. Quem não sustenta o próprio papel perde espaço.
A conjunção do Sol com Vênus em Sagitário na casa 9 amplia debates sobre valores, ética, ideologia, justiça e visão de mundo. O discurso quer altura, mas precisa de lastro. Não basta falar bonito. O céu cobra coerência. A quadratura com o Ascendente em Peixes reforça a sensação de cansaço coletivo, mas também denuncia ilusões. A verdade começa a incomodar.
Mercúrio estacionado em Sagitário na casa 9 indica pausa antes da revisão. Palavras pesam mais. Opiniões terão consequências. É semana de escutar antes de falar e de pensar antes de prometer.
Júpiter em Câncer na casa 4 puxa o foco para segurança emocional, território, base, família e identidade nacional. O que sustenta por dentro ganha mais importância do que a vitrine. Já Urano em Touro na casa 2 continua mexendo em dinheiro, recursos e valores. Instabilidade financeira pede inteligência prática e desapego ao velho modelo.
O arquétipo capricorniano fala de maturidade, hierarquia, responsabilidade e construção a longo prazo. Capricórnio não corre atrás de aplauso. Ele constrói legado. É o signo que entende que liberdade real vem da disciplina e que autoridade se conquista com consistência.
No dia 24, Vênus ingressa em Capricórnio e muda o tom dos afetos e dos acordos. Menos romantização, mais compromisso. Porém a quadratura com Netuno em Peixes alerta para decepções, idealizações e promessas vazias. No amor, nos contratos e nas alianças políticas, só permanece o que for sólido.
No plano pessoal, a semana pede postura adulta. Assumir escolhas, cortar excessos e parar de terceirizar culpa. No social, cresce a cobrança por ordem, clareza e responsabilidade. No político, o céu é implacável com discursos confusos, narrativas frágeis e estruturas que não se sustentam mais.
Capricórnio chegou. Não é sobre ser duro. É sobre ser sério. Quem entende isso sai na frente. Quem não entende, sente o peso do tempo.




